SOLTOU O VERBO

Ana Maria Braga se revoltada com médico acusado de estupro e dispara: ‘Ser humano que não deu certo’

Bruno Pinto

O caso do médico Giovanni Quintella, preso em flagrante sob acusação de estupro, vem causando grande revolta em diversas pessoas, inclusive famosos, que estão fazendo questão de comentar o assunto. Dessa vez, foi Ana Maria Braga quem quebrou o protocolo e soltou o verbo pra cima do anestesista de 32 anos. Indignada, a apresentadora do “Mais Você” não poupou palavras para descrever a atitude do profissional da saúde.

“Não posso deixar de manifestar minha indignação com a notícia que chocou o país, o caso do anestesista Giovanni Bezerra, que foi preso por estuprar uma parturiente, na sala de parto, durante uma cesariana… Quando ouvi essa notícia ontem, não tinha entendido direito, tamanho era o absurdo. Não cabe na imaginação. Um estupro dentro do centro cirúrgico durante o parto!”, iniciou a loira com a expressão séria.

A contratada da Rede Globo detonou o Giovanni e ressaltou a importância do avanço dos equipamentos eletrônicos para destruir de vez a reputação de gente que faz o mal: “Tem alguns espécimes humanos que não deram certo. Um animal não faria isso. Casos como esse, flagrado por um celular escondido num armário do centro cirúrgico, fazem a gente agradecer a essa tecnologia que permite que verdades, muitas vezes escabrosas, venham a público”.

A companheira de Louro Mané lamentou o fato de muitas pessoas, principalmente mulheres, terem passado pelo mesmo, sem qualquer tipo de assistência: “Esse anestesista, que se diz médico, não pode carregar esse honroso título, porque médico é aquele que cuida. A gente fica olhando isso e pensando quantos absurdos já foram cometidos contra o ser humano, e a gente nunca soube. Acho que a mulher é ainda mais vulnerável”.

Por fim, Ana Maria Braga disse: “Vamos continuar acompanhando para ver se a Justiça tem poderes [para punir o criminoso], porque às vezes a Justiça quer, mas não consegue, pelas leis. Mas acho que é tão crasso o que aconteceu, que não tem como esse infeliz não ser seriamente punido”.