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Renata Capucci revela uso de canabidiol após receber diagnóstico de Parkinson

Bruno Pinto

Renata Capucci surpreendeu muita gente recentemente ao revelar que foi diagnosticada com Parkinson. Dias após anunciar o problema que a acomete, a repórter do “Fantástico” contou detalhes do tratamento, que incluiu o uso do canabidiol, uma substância da planta Cannabis, mesmo utilizada na fabricação da maconha. De acordo com a jornalista de 49 anos, o medicamento foi prescrito com o objetivo de combater a insônia, um dos sintomas de sua doença.

Capucci não só revelou o uso da substância, como afirmou que o tratamento está sendo um sucesso, se tornando um grande aliado na luta contra o Parkinson: “Eu faço uso de canabidiol, que foi prescrito pela minha médica, pois ajuda na insônia que é uma das características da doença de Parkinson. Eu durmo como um passarinho. Realmente me relaxa bastante e me ajuda a dormir. Eu sempre dormi igual uma pedra, mas ele me ajuda ainda mais a dormir”.

A repórter da Rede Globo ressaltou a importância da substância no tratamento de diversos tipos de problemas de saúde e destacou a falta de informação de muita gente a respeito do assunto: “Eu sempre fui a favor de tudo que pode ajudar, e sabemos que o canabidiol é usado em diversos tipos de doença. Desde tratamento de câncer, de esclerose múltipla, autismo, convulsões, epilepsia. As pessoas não têm informação sobre o que é, e acham que é apenas maconha”.

Na sequência, a jornalista fez uma reflexão sobre o momento que está vivendo: “Eu faço e posso fazer tudo normalmente. Nada mudou na minha vida. Minto, uma coisa mudou: a urgência de vida. A certeza de que as coisas acontecem independentemente de você querer ou achar que pode controlar. Você não sabe como vai estar daqui um mês, seis meses, um ano. E essa é a maior verdade, a gente não controla absolutamente nada na vida da gente”.

Por fim, Renata Capucci disse estar disposta a viver intensamente cada momento de sua vida: “Eu encaro isso de frente, com resiliência e muita força. Tenho certeza de que essa é a única maneira de ter uma qualidade de vida melhor… Agora só quero ser feliz. Aproveitar a vida com a minha família. Continuar meu trabalho do jeito que eu faço. Sou feliz de verdade. Meu sonho é continuar com a doença controlada. É conseguir a cura dessa doença”.