PERRENGUE

Atriz da Globo revela que ficou cega e relata desespero

Bruno Pinto

Dandara Mariana foi uma das convidadas especiais do programa “Que História é Essa, Porchat”, transmitido na noite desta terça-feira (05). A atriz de 34 anos surpreendeu até mesmo o apresentador da atração ao revelar o desespero vivido durante uma vigem ao Peru. A moça contou que estava se deslocando até uma montanha muito conhecida no país, quando começou a passar mal em decorrência de diversos fatores e precisou interromper imediatamente o passeio.

A contratada da Rede Globo disse que, antes mesmo de iniciar a longa caminhada até o topo do morro, já notava que algo de estranho estava acontecendo com ela, precisando do auxílio de um cavalo para conseguir “pular” parte do percurso cansativo, que fica ainda mais complicado por conta da altitude do local: “Eu já estava sentindo as minhas mãos geladas dentro do carro. Chegando lá, eu já estava com muito frio. Eu preferi até subir a cavalo”.

Dandara contou que, faltando bem pouco para alcançar o objetivo, a situação foi ficando cada vez mais tensa, não restando outra alternativa que não fosse desistir de tudo aquilo: “Quando estava a 200 metros de chegar no topo, eu falei para o guia que não estava bem. Começou a me dar um enjoo e me estirei no chão. Abri mão [do passeio]. Uma amiga já tinha ficado lá embaixo, não era nem para ter subido”, relatou a atriz que prendeu a atenção de todos.

Quando tudo parecia estar melhorando, já retornando ao local de origem, a moça disse que seu grande problema só estava começando. Isso porque, algo de muito estranho aconteceu com seus olhos, um problema grave que a deixou completamente cega: “Eu senti uma areia, uma sujeirinha. No meio do caminho, eu já não conseguia ficar com eles muito abertos. Eu chorava. Cheguei já cega. Eu tomei banho tateando as coisas”.

Além de detalhar o que aconteceu, Dandara Mariana revelou que foi necessário um tratamento para reverter a situação: “É a cegueira da neve, porque fica tudo tão branco, que os raios ultravioletas incidem nos flocos de gelo e voltam para os seus olhos. Eu queimei as minhas córneas. Esse olho singelo captou toda aquela luz. Eu terminei dentro de um hospital tomando uma injeção fortíssima e, no dia seguinte, ainda precisei de antibióticos”.